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Polícia Comunitária começa a atuar em Ladário junto à comunidade do Marquês de Tamandaré

31 março 2017 - 12h19Por Fonte:Assessoria de Comunicação PML

Visando melhorar a integração entre a polícia e a comunidade e salvaguardar os estudantes da  violência e do mundo das drogas, a Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul, através do 6º Batalhão de Corumbá, começou hoje a desenvolver a Polícia Comunitária no município de Ladário, onde a Prefeitura se tornou parceira do projeto. A atividade teve início na Escola Municipal Marquês de Tamandaré, que fica no bairro Nova Aliança, região sul de Ladário.

O período da tarde foi reservado para uma palestra aos alunos onde os estudantes ouviram a explanação do sargento Freitas e também tiveram a oportunidade de ouvir o prefeito Carlos Ruso e a diretora da escola, Geórgia Letícia Guimarães de Arruda, que disse da necessidade da PM junto à comunidade escolar.

“Eles vêm com uma nova atitude, através da conversa, da educação, do conhecimento, a polícia perto da comunidade”, explicou ela que se disse estimulada com o projeto. “Eles vêm pra prevenir a violência, o uso de droga e todos os demais crimes que decorrem do uso de drogas, é muito importante porque aqui na nossa escola nós lidamos com uma comunidade muito carente então é uma forma de prevenir porque nós não queremos perder os nossos alunos para as drogas”, afirmou.  

“Nós estamos aqui para ser amigos de todos vocês, para ajudar a melhorar a escola. A gente sabe que uma nova lei está sendo implantada e que os pais estarão cada vez mais perto da escola, e isso é importante”, disse o prefeito Carlos Ruso. Ele lembrou o Procev, lançado recentemente pela Justiça e Ministério Público e que aumenta a responsabilidade dos pais sobre os atos dos estudantes.

Mas a informação mais assustadora, veio da PM. Durante sua palestra, o cabo Freitas deu um dado que poucos imaginam, os traficantes, segundo ele, “querem viciar os mais novos, querem transformar em dependentes aqueles de 7 anos, de 8, de 9. Os que tem de 14 pra cima, já passaram da idade, não interessam mais aos traficantes”, afirmou Freitas.

Este é um dos maiores motivos para aproximar a polícia da escola. “Nós não queremos que vocês tenham medo da polícia, nós somos amigos, trabalhamos para proteger a população”, disse o cabo que afirmou que a partir de agora, estará todos os dias junto com a comunidade escolar. Além dele outros policiais participarão do projeto que prevê outros tipos de atividades, inclusive com os cães farejadores adestrados da PM.

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