Menu
Busca quarta, 27 de janeiro de 2021
(67) 99820-0742
matricula 2

De imóveis a conta bancária, todos os bens de Puccinelli estão bloqueados

20 julho 2016 - 16h04

Imóveis, veículos e valores depositados em contas bancárias, tudo que pertence ao ex-governador André Puccinelli (PMDB) está bloqueado pela Justiça Federal. Hoje a defesa dele teve acesso aos detalhes da decisão do processo que corre na 3ª Vara da Justiça Federal e estuda quais medidas serão tomadas.

Responsável pela defesa de Puccinelli, o advogado René Siufi disse ao Portal Correio do Estado que a ação é sigilosa e por isso nenhum detalhe pode ser repassado à imprensa, no entanto, o defensor confirmou que tudo que está em nome do ex-governador foi bloqueado.

O bloqueio é consequência de investigação da Polícia Federal que apura envolvimento de André em lavagem de dinheiro. A suspeita é que seja a mesma investigação que culminou na Operação Lama Asfáltica e em outras fases, entre elas a Fazendas de Lama, em maio passado, quando o ex-governador prestou depoimento à polícia.

A reportagem apurou que Puccinelli não está em Campo Grande, ele viajou na manhã de hoje para São Paulo.

INVESTIGAÇÃO

A segunda fase da Operação Lama Asfáltica, desencadeada no dia 9 de maio, cumpriu 15 mandados de prisão temporária, 28 de busca e apreensão e 24 de sequestros de bens de pessoas investigadas em Campo Grande e Rio Negro, e ainda, nos estados do Paraná e São Paulo.

A ação policial contou com 201 policiais federais, 25 da Controladoria Geral da União e 44 da Receita Federal. Além de Mato Grosso do Sul, outros alvos da operação são as cidades Curitiba e Maringá (PR) e Presidente Prudente e Tanabi (SP).  

Na primeira a fase da Operação Lama Asfáltica, cujas investigações se iniciaram em 2013, foi constatada a existência de grupo que, por meio de empresas em nome próprio e de terceiros, superfaturam obras contratadas com a administração pública, mediante a prática de corrupção de servidores públicos e fraudes a licitações, ocasionando desvios de recursos públicos.

A organização criminosa atua no ramo de pavimentação de rodovias, construções e prestações de serviços nas áreas de informática e gráfica. Os contratos sob investigação envolvem mais de R$ 2 bilhões.

 

Fonte: Correio do Estado 

Deixe seu Comentário

Leia Também

Estudo para concessão de parques estaduais deve ser concluído no 1° semestre
Funcionários de frigorífico são levados para hospital após vazamento de amônia
TCU conclui ser ilegal usar dinheiro do SUS para compra de cloroquina
Mesmo com pandemia, MS bate média recorde com 21 novas empresas abertas por dia
Quarta-feira de ar quente e úmido e previsão de pancadas de chuva
Trio é flagrado com maconha e acaba preso por tráfico no Aero Rancho
Passageiro é flagrado com malas recheadas com dólares e acaba preso em Campo Grande
Idosa de 117 anos é vacinada contra covid no Ceará
MS estuda cancelar ponto facultativo de Carnaval para evitar avanço da Covid
Período de inscrições para cursos do Pronatec segue aberto até 31 de janeiro