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Saúde envia material de macaco encontrado morto para análise laboratorial

26 janeiro 2017 - 15h20

A Secretaria Municipal de Saúde de Corumbá informa que nessa terça-feira, 24 de janeiro, foi encaminhado ao Centro de Controle de Zoonoses, por meio do Corpo de Bombeiros, um macaco prego morto. O animal foi recolhido nas proximidades do estádio Arthur Marinho.

 

Por se tratar de um animal que pode ser hospedeiro para diversas doenças, a médica veterinária responsável pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Corumbá, coletou material para analisar a presença ou não do vírus da febre amarela e da raiva.

 

Os materiais foram encaminhados para o Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN), em Campo Grande, cuja previsão para de resultado é de 30 a 40 dias. É importante ressaltar que não existem casos suspeito de febre amarela ou raiva no município. O último caso de febre amarela humana na região foi registrado em 2010 na área rural, cujo paciente não era vacinado e evoluiu para óbito. 

 

A Secretaria Municipal de Saúde ressalta ainda que está tomando todas as medidas preventivas necessárias, e para isso espera contar com o apoio da população, eliminando focos do mosquito aedes aegypti, vetor transmissor da febre amarela urbana, dengue, zica vírus e chikungunya.

 

A vacina contra a febre amarela está disponível nas seguintes unidades de saúde: ESF Padre Ernesto Sassida, ESF Gastão de Oliveira e ESF Lucia Maria, em período integral; ESF Aeroporto II, ESF Angélica Anache, ESF Nova Corumbá e ESF Pedro Paulo I no período matutino; e ESF Luiz Fragelli, ESF Beira rio, ESF Enio Cunha I, ESF Humberto Pereira, ESF Pedro Paulo II, ESF São Bartolomeu no período vespertino.

 

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, não contagiosa. Atualmente, são conhecidos dois ciclos de transmissão do vírus: um urbano, do tipo homem mosquito- homem, no qual o Aedes aegypti é o principal vetor; e outro silvestre.

 

As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. (Assessoria de Comunicação PMC)

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