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Além da polícia, assistência social também tenta acabar com cracolândia da Capital

10 outubro 2019 - 08h30Por MidiaMax

As abordagens realizadas na Operação Laburu, tanto pela PM (Polícia Militar) quanto pela Polícia Civil, não são as únicas para tentar coibir a permanência de usuários de drogas e pessoas em situação de rua, na ‘cracolândia’ região da antiga rodoviária de Campo Grande.

De acordo com a SAS (Secretaria Municipal de Assistência Social) da Capital, equipes realizam abordagens contínuas as segundas, quartas e sextas-feiras pela manhã, e em ocasiões especificas podem se estender para outros dias e horários na semana.

Para essas pessoas, que vivem no antigo Terminal Rodoviário e no seu entorno, a SAS elaborou um plano de ação, com o objetivo de ofertar os atendimentos da assistência de forma programada e continuada, visando construir o processo de saída da rua dessas pessoas.

Vale lembrar que as operações da Segurança Pública, não são realizadas em parceria com as abordagens da SAS e que as equipes da Política de Assistência Social fazem a oferta dos serviços à pessoa em situação de rua que tem a opção de aceitar ou não o atendimento especializado do município.

É importante dizer que as pessoas em situação de rua abordadas e que aceitem a oferta da assistência são encaminhadas para alguns centros de atendimento do Município. Sendo eles o Centro POP (Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua), o Cetremi (Centro de Triagem do Migrante e População em Situação de Rua), Casa de Passagem Resgate, CAPS (Centro de Apoio Psicossocial), e algumas Comunidades Terapêuticas parceiras da Prefeitura.

Abordagem Social

Diferente das operações que visam coibir a prática de crimes, a abordagem social é um processo de trabalho planejado de aproximação, escuta qualificada e construção de vínculo de confiança com pessoas e famílias em situação de risco pessoal e social nos espaços públicos para atender, acompanhar e mediar acesso à rede de proteção social por meio da equipe do serviço e/ou denúncias da população e/ou através de busca ativa nos territórios.

A busca ativa e/ou denúncias podem ser realizadas no SEAS (Serviço Especializado em Abordagem Social), através dos telefones (67) 98404-7529 ou  98471-8149.

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