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Passeio gratuito à Gruta do Lago Azul em Bonito está suspenso

10 janeiro 2017 - 18h43

O passeio gratuito a Gruta do Lago Azul, em Bonito, está suspenso desde o início do ano e ainda sem previsão de quando será retomado. Eram 15 vagas  disponibilizadas todos os dias aos brasileiros, na visita das 7h da manhã. A medida servia como um sistema de troca pelo uso do bem público. As visitações pagas ao ponto turístico continuam funcionando.

Em janeiro de 2015, o ponto turístico passou a ter um horário  diário para visitação gratuita, fruto de uma parceria entre a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Patrimônio da União e a Cessão Onerosa da Gruta do Lago Azul. Para conseguir uma vaga, era preciso enviar um e-mail a secretaria de turismo com no mínimo 48 horas de antecedência.

Como o município não informou a suspensão da gratuidade, o jornal Midiamax encaminhou um e-mail ao endereço em que o passeio era marcado, para descobrir se a parceria firmada ainda existia, mas a Central de Atendimento ao Turismo (Cat) informou que não há mais vagas gratuitas por mudança de gestão e que “ainda vão decidir se vai continuar”.

Com a transição da administração municipal, a gratuidade não teve continuidade, e de acordo com o secretário de turismo de Bonito, Augusto Mariano, a visitação gratuita era um “acordo de cavalheiros”, e não definiu se a gratuidade do passeio voltará. “Ainda não encontrei na secretaria nada formalizado”, disse.

No acordo divulgado pela prefeitura de Bonito em 2015, ficou estabelecido que não haveria cobrança da taxa do guia de turismo, mas segundo o secretario, será preciso discutir a situação com a Secretaria de Patrimônio da União. “Tinhamos uma reclamação porque esses visitantes desciam na gruta e não remuneravam o guia de turismo”. Toda descida máximo 15 tem que ter um guia especializado em especializado em atrativos naturais, e eles não eram remunerados. Tem coisas que não estão nítidas”.

De graça

A entrada gratuita à brasileiros – grupo de 15 pessoas por dia -, funcionava como uma forma de troca entre prefeitura e União. O município abre o passeio  e continua com o direito de gerir o patrimônio sem precisar repassar nada ao governo.

Na Constituição Federal de 1988, as cavidades naturais subterrâneas passam a ser patrimônio da União. Coube assim, implantação de projetos turísticos, em parceria com outros Órgãos das esferas federal, estadual e municipal, que prestigiam a conservação ambiental, tendo como diretriz a valorização dos imóveis da União, também é prioridade da Secretaria do Patrimônio da União.

A Secretaria de Patrimônio da União  não respondeu até o fechamento desta edição. (Midiamax)

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