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MPE quer o afastamento de Vereadores que estão sendo investigados na Operação Coffe Break da Comissão de Ética

09 outubro 2015 - 21h40

“Os vereadores que estão sendo investigados na Operação Coffe Break não devem participar de comissões que tratam do assunto e aqueles que já fazem parte devem ser afastados”- essa é a recomendação do promotor de Justiça Fernando Zaupa, da 29ª Promotoria do Patrimônio Público, que encaminhou o pedido à Câmara Municipal de Campo Grande. A adoção desse procedimento foi sugerida pelo corregedor do MPE (Ministério Público Estadual), Mauri Valentim Riciotti.

O presidente da Comissão de Ética da Câmara, vereador João Rocha (PSDB), afirmou que a recomendação do MPE não prejudica os trabalhos do grupo, formado por ele e pelos vereadores Chiquinho Teles (PSD), que é o vice-presidente, Vanderlei Cabeludo (PMDB), Ayrton Araújo (PT) e Herculano Borges (SD). Segundo Rocha, desses, apenas Cabeludo e o petista prestaram depoimento ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), mas na condição de testemunhas e não investigados.

Mas ambos estão na lista dos 17 vereadores que tiverem os pedidos de afastamento feito pelo Gaeco indeferido pelo desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva. No pedido feito pelo Gaeco, os 17 vereadores são tratados como investigados. Ao rejeitar o pedido de afastamento deles, o magistrado afirmou em sua decisão que não viu a necessidade da adoção da medida, já que todos prestaram depoimento ao órgão do MPE. Bonassini também não vislumbrou o risco deles atrapalharem a investigação, caso permaneçam nos cargos.

 Da redação

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