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Bombeiros combatem focos de queimadas; atear fogo em terreno baldio é crime ambiental

19 julho 2016 - 15h26

Nas últimas 24 horas, o Corpo de Bombeiros registrou 18 ocorrências. A de mais destaque foi o combate a seis focos de incêndio em determinadas áreas de Corumbá, localizadas em terrenos baldios.

O que preocupa os militares é a falta de conscientização da população, já que a maioria das chamas teve início por conta da queimada de lixo doméstico.

Só neste plantão, a equipe se deslocou para os bairros Popular nova, Nova Corumbá, Popular Velha e Cristo Redentor e Conjunto Piúva, nas proximidades da escola Municipal Cassio Leite de Barros. Nesta localidade para combater o fogo, foram utilizados aproximadamente 1.500 litros de água.

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Corumbá registrou um total de 158 focos de incêndio, no mês de julho, o que garante no ranking nacional, a terceira posição em focos de incêndios florestais no país, ficando atrás apenas das cidades de Tocantins.

Além da falta da conscientização da população por atear fogo em terrenos baldios, o clima seco e o vento muito forte, acabam contribuindo para a propagação dos focos de incêndio na área urbana de Corumbá e também na região do Pantanal.

É crime

A Lei n. 9.605/98, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, em seu artigo 41 tipifica como crime contra a flora, a conduta de provocar incêndio em mata ou floresta.

Provocar incêndio em mata ou floresta é crime e prevê reclusão, de dois a quatro anos, e multa. Se o crime é culposo, a pena é de detenção de seis meses a um ano, e multa.   

 

Fonte: Corumbá Agora 

 

 

 

 

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