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Acusado de matar professora a tiros é transferido para Santa Casa de Campo Grande

03 dezembro 2019 - 08h30Por Campo Grande News

Carlos Roberto Felipe, 59 anos, que matou a professora Ângela Maria Jorge, 62 anos, foi transferido para Santa Casa de Campo Grande, onde ficará internado na área verde. Carlos atirou contra a própria cabeça após matar a professora com dois tiros na noite da última sexta-feira (29), em Três Lagoas, a 338 quilômetros de Campo Grande.

O estado de saúde de Carlos Roberto é considerado estável e ele não corre risco de morrer. O suspeito está internado na Santa Casa, sob escolta da Polícia Militar.

O crime aconteceu na noite de sexta-feira (29), por volta de 23h40, na rua Generoso Siqueira, em frente a um hotel de Três Lagoas. No local, a Polícia Civil encontrou uma testemunha que estava com Ângela antes do crime, em um baile de terceira idade. Carlos seria ex-namorado da professora.

O homem relatou que a vítima pediu para levá-la para casa, momento que Carlos teria dito que levaria Ângela. Ela teria se recusado a ir, quando o suspeito teria sacado a arma de fogo e disparado duas vezes no peito de Ângela. Em seguida, ele atirou contra a própria cabeça.

No entanto, conforme o registro da ocorrência, Carlos era ex-namorado da diretora e a encontrou no baile, dançando com outra pessoa. Ele teria ficado com ciúmes, abordado a mulher, mas ela saiu da festa e foi seguida pelo suspeito. Na rua, ele atirou em Ângela e na própria cabeça. Os filhos de Ângela e Carlos presenciaram o crime.

Ângela morreu no local. A perícia foi acionada e apreendeu o revólver marca Taurus calibre 32, que estava municiado com cinco cartuchos sendo três deflagrados e dois intactos.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, populares apontaram um veículo Fiat Pálio de cor branca estacionado próximo ao lugar do crime, como sendo do suspeito. O carro estava aberto e com a chave na ignição. A polícia encontrou uma carteira com os documentos pessoais de Carlos, a quantia de R$ 306,00 e um bilhete escrito por ele, com a confissão do crime.

No bilhete estava escrito: “foi pela pessoa que tanto amo, mas não foi correspondido por isso que eu vou, mas ela vai junto”.

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