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Grupo recebe licença prévia para instalar usina no Pantanal de MS

25 janeiro 2017 - 18h42

O governo de Mato Grosso do Sul concedeu na terça-feira (24) licença ambiental prévia para os estudos de implantação de uma usina termelétrica a gás natural em Ladário, a 410 quilômetros de Campo Grande, na região do Pantanal Sul-Mato-Grossense. A estimativa de investimento do grupo baiano GPE (Global Participações em Energia) é de R$ 900 milhões. Será a primeira termelétrica na região pantaneira. O Pantanal foi declarado pela Unesco como Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera.

A licença foi autorizada na terça-feira (24) pelo secretário estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, na presença da governadora em exercício, Rose Modesto, e de empresários do grupo investidor. “Vou me sentir muito gratificada em chegar àquela região e anunciar um grande empreendimento, que, sem dúvidas, vai fomentar o desenvolvimento e gerar empregos e renda em uma parte do Estado que precisa de grandes investimentos”, disse a governadora.

A usina termelétrica terá capacidade para gerar 267 MW de energia, suficiente para abastecer uma cidade de 1 milhão de habitantes, e irá adquirir 1,2 milhão de m³/dia de gás natural diretamente da Bolívia, por meio do ramal do gasoduto que abastece o Brasil.

Atuando há mais de 16 anos no mercado energético, a GPE se instalará aos fundos da subestação de energia do grupo Elecnor, situada em frente ao Sindicato Rural de Corumbá, mas em área de Ladário. O município de Ladário é um enclave de Corumbá .

O diretor do grupo, Valfredo Ribeiro Filho, disse à assessoria de imprensa do governo sul-mato-grossense que a licença prévia expedida pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) é um passo importante para que a nova usina possa participar dos leilões de mercado, ainda este ano, e, de posse de contratos de venda de energia, assegurar a contratação do gás natural da Bolívia.

De posse da licença de instalação, que depende do cumprimento de vários itens ambientais, a empresa terá prazo de cinco anos para construir o empreendimento. “Já atuamos em regiões de relevância ambiental para o mundo, como o bioma amazônico, e o projeto de Ladário tem como pré-requisito a sustentabilidade, o respeito e o cumprimento de todas as normas socioambientais que o Pantanal exige”, garantiu Filho.

A usina de Ladário vai gerar 500 empregos diretos e 2 mil indiretos na sua construção. (G1 MS)

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