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Vale completa 4 décadas no Pantanal gerando R$ 600 milhões em impostos e compras

07 abril 2017 - 13h00Por Assessoria de Comunicação PML

Operando há 4 décadas na região do Pantanal a Vale comemora sua participação na economia das cidades de Corumbá e Ladário e anuncia um Fórum onde serão debatidos os futuros da mineração no Maciço do Urucum. Na manhã desta quinta feira (06), a empresa recebeu convidados no Museu da História do Pantanal, e ressaltou a importância da parceria com os dois municípios e ainda com o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

“É uma empresa que tem quase que 70% de suas jazidas subterrâneas dentro do município de Ladário, uma pedra bruta que precisamos lapidar”, avaliou o prefeito de Ladário, Carlos Ruso. Para ele, é de fundamental importância a união de todos os setores para incentivar a mineração e, por isso, “estaremos juntos nesse fórum, uma luta para apoiar a Vale dentro da região pantaneira, isso porque ela é uma empresa que opera com responsabilidade social e ambiental e ainda gera empregos e patrocina o desenvolvimento da região”, afirmou.

Operando com um prejuízo bruto anual da ordem de R$ 1,2 bilhão, segundo o gerente de operações e relações institucionais da empresa em Corumbá, Olemar Lopes Júnior, ainda assim, a Vale gera R$ 300 milhões em impostos e outros R$ 300 milhões em compras. “Infelizmente, a maior parte desse imposto vai para a União e não para os municípios onde acontece a atividade”, lamentou Olemar.

Hoje a operação com minério de ferro está reduzida a um terço da capacidade de extração da empresa. O minério de manganês, que é retirado dos subterrâneos do Urucum, com a maior parte da jazida em Ladário, opera normalmente. Mas é preciso retomar as atividades plenamente para gerar empregos, renda e compensação financeira para os dois municípios onde estão a 3º maior reserva de minério de ferro e a 3º maior reserva de minério de manganês do país.

“Temos condições de retomar a produção, se as condições de mercado permitirem, mas se a gente se organizar internamente, a comunidade, as instituições, os governos municipais e estadual, para que a gente possa organizar a casa e seguir em frente”, disse o gerente de operações. E é nesse sentido que foi montado um projeto que será defendido em parceria pela empresa e administrações públicas, aos legisladores do Estado.

O evento se chama Fórum de Desenvolvimento e Competitividade para a Industria de Mineração no Mato Grosso do Sul. “Teremos a participação dos dois prefeitos, Ruiter Cunha de Corumbá e Carlos Ruso, de Ladário; dos dois sindicatos, dos trabalhadores e da classe; a Marinha do Brasil; a Administração da Hidrovia Paraguai Paraná (Ahipar); a Associação Comercial; a Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul. Nós reunimos vários entes para organizar uma agenda propositiva, essa agenda tem 20 ações concretas para ajudar a indústria de mineração”, explicou Olemar.

Durante o evento de hoje, que teve como cunho, entre outras coisas, fortalecer os laços da mineradora com a sociedade civil organizada, a história da mineração e sua importância para o desenvolvimento de Corumbá e Ladário foram lembradas. A mineração está presente na região desde 06 de abril de 1907, de forma participativa tanto na vida social como econômica da fronteira. E a intenção é fortalecer cada vez mais a atividade para que ela possa continuar ajudando a fortalecer a comunidade pantaneira da fronteira oeste do Brasil.

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