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Adolescentes pulam muro para tomar banho de piscina e são agredidos

21 novembro 2019 - 17h15Por Campo Grande News

Confusão no clube Santo Cruz, localizado no centro de Aquidauana, município distante a 135 quilômetros de Campo Grande, terminou com três adolescentes, incluindo duas meninas, agredidos até com cabo de vassoura.

O caso aconteceu na terça-feira (18), mas só hoje foi divulgado. O grupo pulou o muro do estabelecimento para tomar banho de piscina. Os suspeitos pela agressões foram identificados pela polícia como Michael Buremar dos Santos e Rodrigo Cruz, que seriam donos do estabelecimento.

De acordo com o boletim de ocorrência, por volta das 16h15 a Polícia Militar foi chamada para ir até o clube localizado na Rua Coronel João de Almeida Castro. Quando chegaram ao local, encontraram o adolescente de 17 anos com machucados na cabeça, peito e nas costas. Aos militares, ele contou ter sido agredido e ameaçado pelo proprietário do estabelecimento.

Segundo o garoto, o homem teria dito que o colocaria no carro e “sumiria” com ele caso contasse à polícia sobre as agressões. Os policiais fizeram buscas nas imediações em busca dos outros adolescentes e encontraram eles em uma chácara abandonada. Eles confessaram que estavam na casa de shows.

Ao todo, sete adolescentes entraram na casa. Duas garotas de 14 anos, e garotos com idades entre 14 e 17 anos. Três deles foram agredidos.

Na delegacia, as garotas disseram ter recebido autorização de uma mulher que estava no local para entrar no estabelecimento e negaram a invasão.

Outra versão - A gerente do estabelecimento, que não se identificou, contou que estava organizando o local quando foi chamada pelo filho que viu adolescentes pulando o muro. Segundo ela, acionou o marido via mensagem no whatsApp e ele chegou no clube acompanhado dos proprietários.

Os homens foram levados para a delegacia para prestar esclarecimentos sobre o caso e serão investigados por lesão corporal.

À reportagem do Campo Grande News, o delegado Jackson Frederico Vale explicou que os adolescentes foram liberados após os pais terem sido acionados e assinarem um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência). Ele não deu outros detalhes sobre o caso porque não estava na delegacia quando atendeu a ligação.

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