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Cristiano Ronaldo foi realmente o melhor jogador do ano passado

10 janeiro 2017 - 11h21

Justa a escolha de Cristiano Ronaldo como o melhor jogador do planeta em 2016, segundo a Fifa – no final do ano passado ele já tinha recebido a Bola de Ouro, da revista France Football. O português realmente superou seus rivais, inclusive o argentino Lionel Messi. O camisa 7 do Real Madrid, além de jogar muito bem durante toda a temporada, liderou os times em que atua em conquistas importantes. Artilheiro da Champions League, Cristiano Ronaldo, foi fundamental para que o Real Madrid conquistasse o principal torneio de clubes do mundo pela 11ª vez, foi o artilheiro da competição marcando 16 gols e ainda ficou marcado por marcar o pênalti que deu o título para o Real Madrid, na decisão contra o Atlético de Madrid.

 

Também conquistou, finalmente, um título importante com a camisa de Portugal. Atuando em um time mais fraco do que concorrentes, como Alemanha, França e Espanha, comandou uma equipe que tinha muitos jovens e, mesmo não jogando a decisão inteira, assumiu a responsabilidade, perdeu pênaltis, mas apareceu, como se espera dos craques, nos momentos decisivos, marcando gols ou participando das jogadas mais agudas do time português.

 

Números são importantes, Messi pode ter tido números melhores, mas, felizmente, o futebol não se faz apenas de estatísticas - mesmo elas sendo importantes -, mas é bom não esquecer que Cristiano Ronaldo teve o papel de protagonista nas duas principais competições em 2016 e ainda esteve presentes nas conquistas do Real Madrid na Supercopa da Europa e do Mundial de Clubes, marcando três gols na decisão. 

 

Agora, o placar apresenta cinco títulos de melhor do planeta para Messi, contra quatro de Cristiano Ronaldo. E nos últimos 9 anos, só resta para os demais jogadores brigar pelo honroso terceiro lugar. Lógico que, com as seguidas disputas entre Messi e Cristiano Ronaldo e o fato de ambos jogarem em times rivais, Barcelona e Real Madrid, respectivamente, faz com que apareça uma divisão entre os que preferem o argentino e os que acham o português melhor. E como em toda polarização é comum que alguém fique com o papel de herói – ou bom moço – e ou outro se transforme no vilão da história.

 

Entre os brasileiros, sinto que Messi tem a preferência. Para muitos, o argentino está mais perto do que esperamos de um craque, pois o atleta do Barcelona, em uma única jogada e com um sequência de dribles desconcertantes, pode fazer uma jogada sensacional e decidir a partida. Messi não se cansa de fazer lindos gols, com toques refinados. Também colabora com o argentino, o fato de ele vestir a camisa do Barcelona, equipe que mais encantou os torcedores nas últimas temporadas.

 

Por aqui, Cristiano Ronaldo é tido com mascarado e o cara que se olha no telão a cada jogada. O que não é verdade, quem trabalhou ou é companheiro do português diz que a situação é completamente diferente. Muitos também se incomodam com a determinação de Cristiano Ronaldo em superar recordes e números. O camisa 7 do Real Madrid, sempre procura o gol e por isso é chamado muitas vezes de fominha, mas o fato é que o luso se tornou uma máquina de marcar gols. O português não tem a mesma habilidade de Messi para fazer um drible em um espaço curto, mas tem uma explosão física extraordinária para bater seus adversários em fintas usando a velocidade.

 

Na briga entre Cristiano Ronaldo e Messi sinto falta de um brasileiro. Um pena que nosso futebol não tenha produzido nos últimos anos um craque possa competir com as duas principais estrelas do planeta, mesmo com brasileiros sempre estando na seleção do ano.

 

Neymar? Pode ser, mas para conquistar algo, o brasileiro precisaria assumir o papel de protagonista no Barcelona, papel que deve ser de Messi por mais um bom tempo.

 

Infelizmente, nas últimas premiações só nos restou torcer por Marta e esperar a eleição do gol mais bonito do ano. (Globo Esporte)

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