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Com uma nova proposta na cultura, Corumbá ganha Roda Moinho Armazém Cultural

06 julho 2016 - 13h45

Que a cidade de Corumbá é conhecida por atrair turistas do mundo inteiro, por conta de suas belezas naturais, isso todo mundo já sabe. Porém o seu potencial econômico também vem se destacando cada vez mais no cenário nacional, por meio da economia criativa, que vem tomado conta do setor comercial local.

Uma das novidades que vem ganhando espaço na Capital do Pantanal, localizada em um dos principais cartões postais do município, Porto Geral, é a Roda Moinho Armazém Cultural. Uma loja-galeria-bar que traz um novo conceito de arte para a região e que tem como cenário às águas do Rio Paraguai.

Funcionando desde o dia 11 de junho, a Roda Moinho Armazém Cultural, é um espaço multiuso, que receberá artistas pantaneiros e também de fora, para juntos, ajudarem a expandir às atividades, que vão além da música e dança clássica, bem como da tecnologia, do Moinho Cultural.  

“O armazém surge da ideia da necessidade da reabertura da antiga loja do Moinho, com o propósito de receber os artistas regionais, artesões, cantores, atores. Enfim, uma Casa Cultural que está aberta para eles, inspirada nos mercados alternativos de Lisboa e Londres. Temos a pretensão de ocupar todo esse complexo do Moinho que ainda tem zonas desocupadas, já que observávamos a necessidade dessa nova opção”, disse o artista plástico e gestor do local Guido Drummond.

Mesmo denominado “Casa da Cultura”, o novo empreendimento impõe algumas “regras”, já que os trabalhos expostos tem que ser exclusivos.

“O espaço é aberto para todos, entretanto seguimos um conceito, onde tudo que tenha aqui seja diferenciado, ou seja, exclusivo. Queremos oferecer para os turistas em modo geral, produtos regionais diferenciados. Para isso, vamos procurar trabalhar com quem tenha produto diferenciado. Caso não tenha, iremos sugerir trabalhar com noções de designer, para que ela consiga ter um produto mais apetecível”, explicou Guido.

Internacionalização do Moinho

De acordo com Drummond, ainda dentro dessa proposta está a internacionalização do Moinho, onde a criação de parcerias lá fora, trarão também profissionais das mais diversificadas áreas, dando um aprimoramento a formação e uma nova visão para os artistas e artesões da região pantaneira.

“Ainda não temos data, mas estive 45 dias entre Lisboa e Londres, fazendo uma série de contatos para estabelecer parcerias estratégicas. Recebemos as propostas dessas pessoas, empresas e instituições que foram contatadas. Agora precisamos viabilizar a vinda deles para cá”, revelou o artista plástico.

Moinho Cultural

“A cultura vem de arrasto nessa crise toda, com sérios problemas em decorrências de cortes. Então temos esse espaço funcionando também como negócio, pra poder manter a cultura e todo esse trabalho. São cerca de 400 crianças por ano, dando formação profissional na música e dança clássica, além da formação em tecnologia em informática. Nesse momento estamos precisando receber mais apoio e mais respaldo, para que o projeto continue funcionando. Isso acaba sendo uma grande campanha “Abrace o Moinho””, enfatizou Guido se referindo aos lucros, onde parte deles é repassado ao Moinho Cultural.

A Roda Moinho Armazém Cultural funciona de quarta a domingo, das 14h30 às 20h, ficando aberto até o último cliente, por conta do bar. Mas uma série de eventos que acontecem no decorrer da semana são anunciadas na fanpage: https://www.facebook.com/armazemrodamoinho/events .  

Fonte: Leonardo Cabral (colaboração)

 

 

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