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Fumacê contra a dengue começa e população deve abrir portas e janelas

24 janeiro 2020 - 16h30Por Campo Grande News

Campo Grande recebeu na semana passada 2 mil litros do inseticida utilizado pelo Ultra Baixo Volume, também conhecido como fumacê . O inseticida vai auxiliar o município no combate ao Aedes agypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. Hoje o serviço já teve início nos bairros Los Angeles, Rita Vieira e União. A orientação à população é para que abra portas e janelas quando o veículo passar pela rua, assim as gotículas do inseticida chegarão até o interior da residência, onde normalmente o mosquito se aloja.

 

As viaturas da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) de Campo Grande percorrem os bairros programados entre às 16h e 22h30 e seguem o itinerário estabelecido.

A aplicação do inseticida visa atingir, principalmente, as fêmeas do mosquito causador das doenças, mas é possível que outras espécies de insetos sejam atingidas e por isso a utilização deste método de aplicação deve ocorrer de forma criteriosa.

Atraso - Mesmo com atraso de seis meses na entrega do inseticida, o trabalho de combate ao mosquito não foi afetado, já que o fumacê é utilizado apenas em localidades onde há casos confirmados de dengue e para a extermínio do mosquito adulto.

Durante todo esse período as equipes de saúde estiveram em ação no combate mecânico ao mosquito, eliminando focos e possíveis criadouros. Foram realizadas ações para descarte de materiais de grande volume e ações em regiões onde os índices de infestação apresentavam números de risco de surto das doenças provocadas pelo mosquito. Com o reabastecimento do inseticida, diariamente temos nas ruas da cidade até quatro equipes fazendo uso do UBV em diversas regiões, conforme as condições climáticas permitem.

De acordo com a SES (Secretaria de Estado de Saúde), o Ministério da Saúde encaminhou ao Estado 9,6 mil litros de Malathion e 100 kg de pyriproxefen.

Segundo o último boletim epidemiológico divulgado esta semana quatro pessoas já morreram em decorrência da doença no Estado. Um deles em Campo Grande.

 

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