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Vestidos de morte, manifestantes pedem para deputados votarem contra Reforma da Previdência

20 maio 2020 - 15h15Por MidiaMax

Manifestantes contra o projeto de lei da Reforma da Previdência que está sendo votado nesta quarta-feira (20) na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), fizeram carreata, pararam em frente a governadoria e Assembleia, gritaram palavras de ordem, pedindo para que os deputados não aprovem a proposta do governo.

Vestido com roupa de morte, o representante do Sindicato dos Trabalhadores de Seguridade Social, Ricardo Bueno, falou o que a roupa representava. “A morte simboliza o que o projeto traz, agora a previdência vai de vez para o buraco. Só neste governo de Reinaldo Azambuja, foram aprovadas três reformas, falando que era necessário”.

Segundo Bueno, os servidores nunca foram consultados para qualquer tipo de projeto. “Em São Paulo, a tributação foi progressiva de 11% para 17% dependendo do salário. Lá, eles entenderam que quem ganha mais, paga mais. Aqui vai ser 14% até para aposentado”.

Bueno disse que para o aposentado que ganha R$ 3 mil, será descontado R$ 420. “É muito dinheiro do dia para noite. Essa reforma vai massacrar os idosos. O governador tinha até 31 de julho para apresentar o projeto, mas o fez em um momento em que não pode se manifestar”.

De acordo com o presidente da Fetems (Federação de Trabalhadores de Mato Grosso do Sul), Jaime Teixeira, o pedido é para que o projeto seja retirado de pauta. “Nos estados que foi aprovado, foi progressivo e escalonado, 14% pra quem ganha menos de dois salários mínimos é peso muito grande”.

Conforme Teixeira, a reforma afeta os servidores que não podem se mobilizar. “Estão se aproveitando desse momento que não podem aglomerar e fazer mobilização pra votar. Estamos pressionando os deputados por rede social, para que votem contrário”.

A manifestação foi pacífica e a maioria não saiu do carro e todos usavam máscara. Na governadoria, apenas Bueno e Teixeira usaram o microfone e de dentro dos veículos, gritavam palavras de ordem. Os manifestantes não tentaram entrar na Alems. Mesmo assim, a polícia militar reforçou a segurança no prédio.

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