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Deputados da oposição dizem que foram barrados por chavistas e mudam local de sessão do Parlamento

15 janeiro 2020 - 16h00Por G1

Deputados da oposição ao regime chavista na Venezuela afirmam que foram impedidos por milícias de entrar no edifício do Parlamento, chamadas no país de coletivos, nesta quarta-feira (15). Os políticos afirmam que tiros foram disparados contra seus carros no centro de Caracas, quando eles se dirigiam ao Palácio Legislativo. Não há feridos, no entanto.

 

Os parlamentares decidiram se reunir em um outro prédio, o anfiteatro de El Hatillo, de acordo com o jornal “El Nacional”.

 

Em uma rede social, a deputada Delsa Solórzano escreveu que estava no veículo que foi alvejado a caminho da Assembleia Nacional.

 

O prédio estava cercado por militares e policiais desde cedo.

 

O líder da oposição, Juan Guaidó, é um dos que participariam da sessão no Parlamento e que foram para o El Hatillo.

 

Ele tem dito que a sede do Legislativo foi sequestrada por militares, policiais e grupos civis ligados ao chavismo.

 

Guaidó havia convocado a sessão por ocasião do Dia do Professor no país –essa classe de trabalhadores reclama de baixos salários e condições ruins para exercer a profissão.

 

A Venezuela tem dois órgãos legislativos: além da Assembleia Nacional, existe uma Assembleia Constituinte. O líder dessa última é Diosdado Cabello, que convocou uma sessão em sobre o mesmo tema no mesmo dia.

 

O governo não reconhece as decisões da Assembleia Nacional desde 2016, quando a oposição passou a controlar a casa.

 

“Se impedirem a nossa entrada, como tem acontecido, vamos fazer sessão em qualquer outro lugar”, disse o parlamentar Carlos Prosperi.

 

No dia 5 de janeiro deste ano houve duas votações para escolher o líder da Assembleia Nacional. Luis Parra foi proclamado como o presidente do Legislativo pelos chavistas, e Guaidó, pela oposição, que foi bloqueada na entrada.

 

Guaidó recebeu o voto de cem deputados no dia 5 de janeiro para seguir como o líder da Assembleia Nacional. Ele está no cargo desde 2018. Ele diz que Maduro não venceu a eleição presidencial de forma legítima e que, por isso, ele, o líder do Legislativo, é também o presidente da Venezuela.

 
 

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