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Após apelo da OMS para testes em massa, Brasil mantém foco nos casos graves e diz estudar importação de kits rápidos

17 março 2020 - 14h00Por G1

Após a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendar nesta segunda-feira (16) que os países apliquem testes em massa para descobrir quem está infectado e isolar esses pacientes para "achatar a curva" da disseminação da doença Covid-19, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, afirmou que o governo estuda fazer a importação de testes rápidos para o novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil.

Apesar disso, Gabbardo afirmou que não mudará agora o critério adotado na atual fase de mitigação. Atualmente, no Rio de Janeiro e em São Paulo, apenas as pessoas com casos graves serão testadas. 

A determinação foi divulgada na sexta-feira (13) pelo Ministério da Saúde, que apontou como justificativa para a mudança no critério de testes o fato de o Brasil ter alcançado 100 casos da doença e também o fato de haver circulação sustentada dentro desses estados. 

A medida busca economizar testes para as pessoas com complicações. O governo disse ter comprado kits da Fiocruz para 30 mil testes nos laboratórios públicos do Brasil.

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