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Novo chefe da Embrapa Pantanal toma posse amanhã

20 fevereiro 2017 - 20h41

Assessoria de Comunicação da Embrapa Pantanal

 

Amanhã, 21 de fevereiro, às 09h, o pesquisador Jorge Antonio Ferreira de Lara será empossado como o novo chefe-geral da Embrapa Pantanal. A cerimônia de transição da chefia é aberta ao público e será realizada no auditório da sede da unidade em Corumbá, MS. Lara assume o cargo após a gestão de Emiko Kawakami de Resende, que atuou como chefe-geral da unidade de 2001 a 2005 e de 2010 a 2016.

Currículo

Jorge Antonio Ferreira de Lara é graduado em medicina veterinária pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), fez mestrado e doutorado em ciência de alimentos pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e pós-doutorado em biotecnologia animal na Universidade de São Paulo (USP). O pesquisador, que possui formação complementar em administração de empresas pela Fundação Dom Cabral, foi chefe-adjunto de Comunicação e Negócios na unidade de pesquisa pantaneira, gerenciou três projetos em rede da Embrapa e atuou como membro do comitê gestor do portfólio de aquicultura da empresa.

Proposta de trabalho

Em sua gestão, Jorge Lara dá ênfase ao modelo participativo, fazendo da Embrapa Pantanal um fórum neutro de discussões acerca de temas relacionados ao bioma – com critérios técnicos e legais como balizadores da atuação da unidade. Como forma a confirmar a tendência da Embrapa Pantanal em se aliar a temas importantes do século 21, o pesquisador enfatiza o trabalho de pesquisa relacionado à manutenção dos sistemas de produção por meio da sustentabilidade, buscando um paralelo entre a ação humana e a conservação do ambiente.

Lara também destaca a importância da integração dos colaboradores e a promoção do trabalho em equipe entre os funcionários e parceiros da unidade, sejam eles representantes do governo, do setor produtivo, da academia, de outras unidades de pesquisa ou países. Dessa forma, o chefe-geral busca enriquecer o intercâmbio de informações e fortalecer não apenas o trabalho realizado pela pesquisa, mas a elaboração de soluções e tecnologias que beneficiem tanto a manutenção quanto o desenvolvimento sustentável do bioma pantaneiro.

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